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Deborah Secco comemora 30 anos de carreira com estreia nacional de monólogo em Campinas

A Brain + Teatro GT apresentam, no Teatro Iguatemi, "Uma Noite Dessas". A montagem, com texto e direção de Hamilton Vaz Pereira, fará curta temporada na cidade entre os dias 14 e 23 de julho, sempre de sexta a domingo. Os ingressos custam R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia-entrada).
Fonte / Foto: Ateliê da Notícia
Foto: Divulgação

Deborah Secco comemora 30 anos de carreira com a estreia nacional do monólogo “Uma Noite Dessas”, no Teatro Iguatemi Campinas. O espetáculo, preparado especialmente para a atriz pelo autor e diretor Hamilton Vaz Pereira, será apresentado entre os dias 14 e 23 de julho, às 21h às sextas-feiras, às 21h30 aos sábados e às 19h30 aos domingos. Os ingressos custam R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia-entrada) e podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro ou, pela internet, no site www.ingressorapido.com.br.
No monólogo, Deborah Secco interpreta uma atriz que decide se fará ou não um espetáculo que retrata uma equipe preparando um musical sobre divas. Como não há uma protagonista para a personagem, ela avalia se aceita ou não o papel. A dúvida da atriz é o espetáculo. “É complexo, não é fácil. O texto é bem humorado, embora seja um tipo de humor bem inteligente e não tão óbvio, que trata de temas atuais como mulheres, feminismo, minorias.”
A complexidade dessa atuação, segundo Deborah, está no fato do espetáculo ser fragmentado em três estórias que se interligam e se completam. Uma é a da atriz que está lendo a peça. A segunda trata da estória da peça que a atriz está lendo. E a terceira é sobre a montagem propriamente dita do espetáculo musical que está sendo feito sobre os mitos femininos de diversas culturas e cujo título é “Desfile das mulheres exemplares”. “Cada espectador poderá dizer que viu um espetáculo diferente, de acordo com a sua percepção”, diz a atriz.
Deborah explica que precisa criar um público imaginário e interpretar, sozinha no palco, mais de 30 personagens em diferentes  época. “Preciso contracenar comigo mesma e dar conta de todos esses personagens imaginários que desfilam nos enredos. É um desafio, mas um presente que ganhei do Hamilton Vaz Pereira, um dos maiores dramaturgos que sempre admirei.”

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